Em seu site oficial, a Associação dos Oficiais Policiais e Bombeiros Militares do Estado do Paraná divulga nota de repúdio onde expressa sua indignação com a forma de tratamento dado aos policiais de Londrina. Veja abaixo o texto na íntegra.

 

“A Associação dos Oficiais Policiais e Bombeiros Militares do Estado do Paraná – ASSOFEPAR, por decisão dos seus Conselheiros, vem a público repudiar veementemente a forma desrespeitosa com que a Família Militar Estadual foi tratada no dia de ontem (13/05/16), por ocasião da prisão e condução coercitiva de Policiais Militares lotados na cidade de Londrina/PR.

Somos favoráveis à condução de investigações sérias e responsáveis, pautadas no interesse público e nas garantias constitucionais. Exigimos que a presunção de inocência, assim como o direito à ampla defesa e ao contraditório, sejam rigorosamente observados. Não podemos compactuar com o desrespeito aos Militares Estaduais, que se dedicam continuamente ao socorro da população paranaense, em todos os municípios deste Estado, muitas vezes com o sacrifício da própria vida.

Por interesses ainda não totalmente compreendidos, mas que denotam intenções voltadas à repercussão midiática, a ”operação policial” pareceu mais com um espetáculo circense. Profissionais e pessoas inocentes, perante os seus familiares, foram expostos a constrangimentos totalmente injustificados, descabidos e inaceitáveis.

Destacamos que os Militares Estaduais carregam nas costas a maior parcela da segurança pública deste Estado. Além das ações de Polícia Militar e Bombeiro, viabilizam os trabalhos da SESP, DIEP, GAECOS, Forças Tarefas e Assessorias, nos diversos órgãos e instituições.

A ASSOFEPAR, por meio do seu Departamento Jurídico e de Direitos Humanos, está acompanhando esse caso e tomando providências contra os abusos cometidos.

Conclamamos os Militares Estaduais, para que não sejam complacentes com ”encenações teatrais”, montadas para projetar pessoas e instituições, maculando a imagem da Corporação e de seus integrantes.

Esperamos resposta da SESP, sobre a sua participação neste infeliz episódio, bem como das medidas tomadas para evitar a prevalência de interesses escusos às custas da dignidade dos profissionais da segurança pública.

RESPEITO! É o mínimo que se espera!”

Curitiba, PR, 14 de maio de 2016.

Coronel PM RR Izaías de Farias,

Presidente da ASSOFEPAR.


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